EXPOSIÇÃO


Exposição

No Museu Histórico Farroupilha existem dois tipos de exposições, a principal e a secundária. A principal é o que se pode considerar de exposição de longa duração, ela é realizada com peças do museu ou objetos que são empréstimos ou permuta por longas datas.  Já as exposições secundárias são de curta duração ou itinerantes e provem de acervos da instituição ou de outras, com temas diversos.

Exposição: Piratini, Capital Farroupilha.
                A concepção desta exposição é relatar alguns fatos sobre a revolução farroupilha, descrever a origem e a participação de alguns personagens desta guerra, como a mulher, os negros, estancieiros etc. Ela é separada em salas temáticas:
*      Uma República Contra o Império;
*      O Culto ao Herói sem Nome;
*      Sala de Músicas;
*      Os Donos da Terra;
*      As Senhoras das Estâncias;
*      Dos Peões às Estâncias;
*      Igreja Católica no Rio Grande do Sul.
Cada uma descreve pontualmente elementos importantes dentro da história do estado e do período farrapo.
            Uma República Contra o Império
                Nesta sala estão, em forma de objetos, alguns dos elementos de uma República que existiu entre 1836 a 1845, dentro do império brasileiro. A República Rio-grandense, comandada por uma elite regional, encabeçada por homens como Bento Gonçalves, Domingos José de Almeida, José Gomes de Vasconcelos Jardim, Antônio de Souza Netto, David Canabarro entre outros. Ela surgiu após um ano de conflito entre essa elite e o governo central do Brasil, conflito que teve início em 20 de setembro de 1835, com a invasão de Porto Alegre pelos revoltosos.

O Culto ao Herói sem Nome.
                O tema desta sala é a passagem do negro pelas estâncias e pela Revolução Farroupilha.  Apesar do que se pensa, o negro também teve papel importante nas estâncias, como peão, domador, roceiro e até mesmo alfaiate.

                                                   

            Sala de Músicas
                Nesta sala estão presentes instrumentos musicais que participavam da vida social de parte da população Riograndense, principalmente nos séculos XIX e XX.


            Os Donos da Terra
                Os Donos das terras, no caso do Rio Grande do Sul, eram os Charqueadores e os Estancieiros. Nesta sala há vários objetos pessoais desta elite, que valorizava o material e o requinte em seus objetos.

      
            As Senhoras das Estâncias
                As esposas dos charqueadores e estancieiros, através do acúmulo de riquezas de seus maridos, foram introduzidas aos costumes europeus, principalmente as moradoras de Pelotas. Outro fato marcante é que durante a revolução, quando os maridos se dedicaram a guerra, muitas destas mulheres assumiram o papel do proprietário, tanto nas estâncias, charqueadas ou nas pequenas propriedades.

                     

Dos Peões as Estâncias
A sala dos Peões as Estâncias relata parte da trajetória dos homens brancos que formaram a província do São Pedro do Rio Grande do Sul. Quem eram esses homens, por que vieram e por que ficaram?

Igreja Católica no Rio Grande do Sul
                O Catolicismo veio para o Rio Grande do Sul e para o Brasil através dos portugueses. Nesta sala, através de textos, é contada a trajetória do catolicismo e como as outras religiões se introduziram neste meio católico.

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